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| Aristóteles |
“O homem é um ser político”, afirma
Aristóteles, filósofo grego do século IV antes de Cristo. Também tutor de um
dos maiores conquistadores gregos, Alexandre, o Grande. Atualmente em nosso país
percebo pouco interesse político entre as pessoas. Muito embora, há certa
renovação na esfera política ou de se fazer política no país. Mas, a questão é
se nosso povo está preparado politicamente para tais mudanças e as causas pelo pouco
interesse, principalmente da juventude, nessa esfera existencial política.
Primeiramente constato que
Aristóteles não está errado quando afirma que ser político faz parte da vida
humana e isso é perceptível até mesmo numa criança. Uma criança sabe muito bem
como defender interesses pessoais e também de quem está à sua volta. Vejamos: a
criança sabe negociar com os pais o presente de natal entre outras coisas a
longo, médio e curto prazo! Os pais sabem que não podem dar tudo de qualquer
forma aos filhos, por isso, cria condições para que os filhos mereçam o que
querem. Assim, desta forma, temos uma primeira relação política entre pais e
filhos. Aristóteles está correto ou não?
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| Alexandre, o Grande |
Alexandre, o Grande, assume o
poder político da nação grega e sai para conquistar novos povos e aumentar as
dimensões econômicas, geográficas e políticas de sua nação conquistando novos
povos e territórios, torna a Grécia numa importante nação, um império que só
foi derrubado mais tarde pelos romanos. O diferencial de Alexandre, é que não era
um homem adulto, era um jovem que bem instruído politicamente, soube governar e
conquistar povos. Aristóteles foi um grande mestre político, porém, houve os
abusos do poder e a democracia se torna uma ditadura.
O cenário político brasileiro
sofre grandes mudanças. Partidos políticos que fazem coligações com outros para
governarem o país. A busca para uma estabilidade econômica, rege não só nossa
nação, mas, o mundo todo, reflexo do desenfreado neo-capitalismo. Gera dessa
forma o favorecimento de certos grupos e não de toda nação. Somos testemunhas
de empresas que “quebram” devido às novas políticas econômicas, consumistas
entre outras que geram o progresso, mas, não prepara as pessoas para o
progresso tecnológico e para as crises econômicas que assolam o mundo todo.
Volto à cena política
brasileira, pois, no inicio da conversa, falei da falta de interesse da
população e principalmente dos jovens na esfera política. Temos em nosso país
um cenário político marcado na sua maioria pela corrupção; favorecimento de
classes e não do povo; programas de ações de combate à pobreza de forma
assistencialista e não promotora de dignidade humana, onde, inconscientemente
os mais necessitados se tornam mendigos do governo; a lista é enorme, por isso,
não a alongo pensando essas serem suficientes.
Concluindo e tentando
responder à questão do início: por que a população e principalmente os jovens
não se interessam pela política pública? Será por não verem referencial em
nosso sistema político? Assim termino a minha reflexão. Citei o exemplo de
Aristóteles e Alexandre, o Grande, mas, temos um outro referencial de
verdadeiro político público e defensor da humanidade (não limitado a esse foco
apenas) estou falando de Jesus Cristo, como um jovem que queria apenas o bem e
o melhor para todos e não o interesse de classes. Na visão dele, todos tem o
direito de ser feliz e colaborar com o progresso humano sem exclusões. Não pode
esquecer-se da sua natureza divina que explica em tudo a sua preocupação real e
essencial pela humanidade. E porque não poder dizer que a sua mensagem de amor
ao próximo deveria ser o estandarte de toda ação política da sociedade.


