Possuímos um Pai Celeste. Essa bagagem que carregamos em nossa vida é indispensável. Pois, esse Pai Celestial, na verdade é quem nos carrega. Na realidade somos uma bagagem em Deus! Fundamento e sustento, o Deus Pai Celestial é o sentido de termos uma vida!.
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
sábado, 20 de agosto de 2016
DEUS MANTÉM TUDO EM ORDEM
Deus é o fundamento de tudo e de
todos e põe tudo debaixo de seus pés. É impressionante o desenvolver da
revelação divina ao ser humano. Deus sempre surpreende a lógica humana com o
impossível que Ele realiza.
O que para um ser humano é impossível
de realizar, Deus, transforma em realidade. Como o fundamento pode ao mesmo
tempo estar acima? Como pode transformar o pobre, com suas dificuldades e
sonhos irrealizáveis em um homem feliz; mais feliz que aquele que com riquezas
não encontrou a verdadeira felicidade?
Deus diante da humanidade,
manifesta que com o amor tudo pode ser transformado. O amor de uma mãe defende
um filho indefeso mesmo ela não tendo as forças necessárias para vencer a
barreira. Deus a capacita. Inspira o seu instinto de mãe, para vencer dragões
que querem devorar seu filho.
Deus fundamento e acima de todas
as coisas, expressa o domínio que possui sobre tudo. Tudo é regido por Ele, por
isso, mesmo que um de nós desafine na melodia da criação, Deus, transforma em
nota harmoniosa para que a canção do universo não seja obsoleta e fora de
ordem.
A Igreja é modelo de mãe e esposa.
Reconhece no Filho de Deus, que O revelou Pai de todos nós, o esposo fiel que
na bondade do Pai, venceu a morte e abriu-nos a porta da ressurreição.
Deus vence o que domina o homem:
a morte. No Filho obediente, salva a humanidade frágil e tendenciosa a
desaparecer. Gesto de amor divino a nós, transforma-nos em eternos. Vence no
Filho o que destrói o homem. Transcende a nossa humanidade, fazendo-nos
participar do esplendor da vida do Pai.
O Pai é o único dominador dos
homens. Pois, diferente da morte, não destrói a vida e nem enfraquece o homem.
Por ser seu fundamento, não pode deixar que a sua criação seja ameaçada e
dominada pelo medo. Mas, pondo tudo abaixo de seus pés, manifesta o seu domínio
contra o mal que deseja aniquilar a vida que foi gerada no amor.
Por ser o fundamento de toda a
vida, deve ser também o alimento que a sustém. Nada o submete, Ele quem submete
tudo à seus pés. Ou seja, o mantém em ordem!
Como Igreja que somos, estamos
nos dando conta de quantas graças o Pai nos concede em seu amor infinito e
gerador de nossa vida? Mesmo diante do mal que parece ser mais forte que o bem,
a vitória é sempre de Deus, por isso, n’Ele confiamos nossa vida e o nosso
amor. Ele não nos abandona, nos mantém sempre n’Ele.
terça-feira, 2 de agosto de 2016
A FORTALEZA DA BARCA É A FÉ EM JESUS O CRISTO
A Igreja sempre sofre por
tensões. Desde a época da encarnação do Verbo para inaugurar o Reino de Deus
sobre a terra, ela sofre as tempestades da vida.
No início da pregação de Jesus,
vemos os relatos dos discípulos temorosos diante as revelações de Jesus como o
Cristo de Deus. Sempre movidos por uma fé tímida e não aprofundada. Como no
primeiro sinal mostrado por Jesus no evangelho de João no episódio das bodas de
Caná. Em que diante da transformação da água em vinho os discípulos creram n’Ele.
Na passagem do Evangelho de
Mateus 14,22-36, possuímos os símbolos cristãos para designar a Igreja e a fé
ainda tímida e não evoluída dos discípulos.
A barca é o símbolo da Igreja.
Mateus a expõe sacudida pelas águas. O evangelista quer comunicar aos cristãos
da sua comunidade que a confiança é em Jesus, apesar das tensões que estavam
sofrendo, as forças do mal sendo fortes, Jesus não está ausente como aparenta.
As ondas agitavam a barca e não os remadores. Era uma comunidade fraca na fé.
A passagem seguinte dos discípulos
com medo de Jesus que andava sobre as águas demonstra igual intensidade a
incompreensão da revelação do Mestre como o Cristo de Deus. O espanto que os
discípulos possuíam quando Jesus se revelava o Filho de Deus.
As epifanias de Jesus simbolizados
pelos evangelistas por manifestações da natureza (nuvens, tempestades, aguas
turbulentas, trovões) é uma linguagem usada para demonstrar o medo existente
entre eles quando das revelações de Jesus como o Cristo de Deus.
Seguida de profissões de fé
subentende que essa fé só foi amadurecida após a ressurreição e mesmo sendo difícil
afirmar que essa já não se trata de uma aparição pós pascal.
Porém, Mateus, forma um texto não
narrativo mas, catequético. Para transmitir à comunidade cristã que diante das
forças adversas a confiança em Jesus é o que mantém firme a Igreja. Baseado nessa
fé não podemos vacilar, nossa fé tem que ser maior que os problemas que afligem
a cada um de nós em nossas histórias de vida.
Uma vez feito a experiência pascal
com nosso Senhor, a fé sustenta a nossa caminhada de Igreja e faz ganhar as resistências
contra as investidas das forças do mal. Ao final do episódio, um acréscimo de
outros relatos dos doentes curados que devem motivar a fé das comunidades.
Referência Bibliográfica
FABRIS, Rinaldo; MAGGIONI, Bruno.
OS Evangelhos (I). São Paulo/Loyola, 2002. 2ed. p. 237-239.
Assinar:
Comentários (Atom)


