(Pe. Rogério Zenateli 12/09/2025)
A santidade é um
chamado que Deus faz para todos. A santidade exprime viver a existência alicerçada
na Palavra de Deus. Não é apenas dizer crer em Deus, envolve viver segundo à
sua Palavra.
Jesus, no Evangelho
de hoje vem nos falar da correção fraterna como um caminho de santidade. O cerne
da correção fraterna é o amor ao próximo. Para amar o próximo é necessário amar
a si mesmo primeiramente.
Desta forma, ao
corrigir alguém exige primeiramente que estejamos desprendendo esforço
significativos de santidade e amor-próprio. Caso contrário não seremos referência
de santidade e correção a ninguém.
O amor-próprio impõe
uma vida de cuidados, de busca pessoal de santidade. Jesus não proíbe a
correção fraterna, aliás a reforça, porém a forma de exercê-la é preciso esforço, pois, ao corrigir alguém não sejamos acusados dos mesmos
erros e ou erros maiores.
A correção fraterna
envolve amor ao próximo, o querer bem o outro. Pois ser santo não é uma questão
individual. Não podemos cair no indiferentismo, o outro é para mim também
ocasião de santidade. Por que então não sermos santos coletivamente?
Foto: Batismo da Rebeca na Capela Cristo Rei em 31 de agosto de 2025 - Cachoeira da Serra (PA)