Muitos
pastores e fiéis de outros seguimentos cristãos nos atacam dizendo que não
ensinamos a Palavra de Deus, de que somos idólatras e outras coisas a mais. Se
não ensinamos a Palavra, por quê estamos nos desgastando com cultos a Deus? Se
não adoramos a Deus, por quê prestamos homenagens aos seus feitos em nossas
vidas como a criação do mundo e a humanidade, redimida e convertida que, por
uma vida exemplar, foram consideradas pela maioria dos batizados, como imagem e
semelhança divina (proclamaram a Palavra e a viveram conforme ela pede o mais
próximo possível para agradar a Deus e não aos homens)? Se não ensinamos a
Palavra de Deus, vai ver que é porque em invés de manipula-la para atrair
pessoas ao nosso circulo pelo medo, nós a ensinamos pela prática do amor e
respeito ao próximo, não menosprezando o humano, mas, fazendo-o reconhecer que
pertence a Deus! E, não nos esqueçamos da Misericórdia, que é a própria Palavra
de Deus para a vida do homem que peca e é redimido por Jesus Cristo, fonte
dessa misericórdia.
Sinto muito mas não generalizando, há padres ruins em seu
ministério, e padres bons; assim como há pastores bons e ruins em outros
seguimentos cristãos. No entanto, e serve para mim também, será que ninguém
merece dar uma segunda chance para a misericórdia de Deus? Sim misericórdia,
pois, entendo como a Igreja Católica, que: “todos sejam um” proferido e querido
por Jesus não como uma concorrência, mas, uma comunhão, pois, muitos de nós –
pastores – utilizamos os ensinamentos de Cristo, para fazermos concorrência e
não comunhão. Possamos não utilizar mais os ensinamentos de Cristo, a Palavra eterna
do Pai e expressão maior de sua Misericórdia para sermos varias famílias de
filhos bastardos mas, sim a única família de Deus!
O bem da Palavra é para a
felicidade do homem e não detrimento dele. É para a salvação e não perdição. É para
levar o amor e não o ódio e a divisão.
Respeitemo-nos e não sejamos uns
desesperados, pois, assim saímos do foco da existência da Igreja e não levamos
os povos à verdadeira conversão para Cristo, mas, sim para princípios e
convicções pessoais e de um grupo.

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