Um dia ele foi convidado para se
sentar à mesa de uma varanda sobre a Lua e à vista da Terra.
A Sabedoria o convidou, assim
também como convidou a Ideologia para um café da tarde.
Ele, um tolo perto delas. Mas, se
debruçou sobre a conversa para se deixar moldado pelo diálogo.
A Sabedoria perguntou para a
Ideologia: “O que é o ser humano?”
A Ideologia, logo de imediato,
respondeu: “Uma doença, uma espécie de câncer que está matando a Terra!”
A Sabedoria, com toda calma dos
milênios, olhou para o fundo dos meus olhos, depois, voltou o olhar para a
Terra profundamente. Logo respondeu: “A vida é valiosa. O ser humano ainda não
reconhece o próprio valor. O ser humano é um composto de tristezas e alegrias;
de sofrimentos e consolações; de soberbas e humildade; de rejeição e
acolhimento; decepções e empatias; e, muitas outras dualidades entre virtudes e
misérias; graças e desgraças; pecado e perdão. E, o ser humano não pode
deixar-se ser um composto de ódio; mágoas e desejo de vingança, pois, se assim
deixar, tornar-se-á uma doença para a Terra”.
Ele pensou: “Sim, elas tem
razão”.

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