quarta-feira, 3 de junho de 2020

ELE NÃO É DEUS DE MORTOS E SIM DE VIVOS


O desejo de Deus é que participamos de sua vida divina.

Afirmamos em nossa fé um Deus eterno e todo poderoso. E de fato, o é. Demonstrado por Jesus, o seu Filho enviado, Deus é caminhante com o povo. Companheiro de sua jornada. A encarnação de Jesus assim consagra, acentua e orienta.

Da mesma forma que Ele caminha conosco e se faz presente em nossa história, deseja e quer que participamos de sua vida divina: eterna e toda poderosa. Envia o seu Filho para que então sejamos preparados a viver. A vida de Jesus é uma missão em fazermos viver a vida do Pai.

Jesus exprime o pleno querer de Deus de que os seus filhos vivam a sua imagem e semelhança, aqui na terra como no céu.

Ao afirmar ser caminho, verdade e vida, e que ninguém chega ao Pai senão por Ele, Jesus salienta o querer de Deus de que todos tenham vida e vida em abundância: com Ele.

Ser amigo de Deus é se deixar filiar-se intensamente na prática da bondade. É viver e não morrer. Deus é o Deus da vida e não da morte.

Dia 03 de Junho de 2020.

sexta-feira, 22 de maio de 2020

[CRÔNICAS DA VIDA] PARALELAS


Qual história vamos contar hoje? Qual a noção de vida que ele teve para chegar a esse ponto? Ninguém soube responder até hoje. Passado, os anos de sua despedida – sim, ele foi viver onde pudesse ter alguém que o compreendia -, não havia uma resposta para tal ato.

Ele queria mudar o mundo quando descobriu que era possível esse mundo despertado em seu íntimo gritou mais forte e lhe chamou a atenção.

Era um mundo diferente. Uma realidade paralela, em que as energias gastas no material, não traziam qualidade de vida. Neste mundo que gritou-lhe forte e chamou-lhe a atenção, viver de forma simples era ‘tudo’!

A felicidade era intensa nele. Ninguém porém e, nem ele, conseguia exprimir aquela felicidade. Assim, consideraram-no um enlouquecido. Era feliz pois sabia que era possível viver de forma simples. Não conseguia fazer os demais enxergar a realidade, resolveu ser egoísta a viver o seu mundo em seu mundo.

Rompeu com os paradigmas caducos da ‘Matrix’ e, se envolveu em negócio que lhe era próprio, na ilusão que seria auto sustentável. Será que percebeu passado esses anos, que em vários momentos da vida, é necessário estender as mãos para ajudar e ou ser ajudado?

Ambos mundos devem encontrar-se em um dado momento? E como será esse encontro? Ambos moradores desses mundos saberão fazer uma síntese que os qualifiquem? Ou continuarão ignorando a existência um do outro?

21 de Maio de 2020

sexta-feira, 15 de maio de 2020

SERÁ MELHOR, AMANHÃ. SERÁ?


O que há escondido quando se elege alguém para nos representar? Antes de tudo, com toda certeza, é esperança em tempos melhores a todos, na melhor das hipóteses. Porém, veridicamente, isso ocorre?

Nas campanhas, o comum para todos, mesmo que sectário, é exaltado nas promessas. O malabarismo para mostrar que, o candidato ao executivo, se esforçará para unir os seguimentos e construir um município, um estado, um País forte e soberano, expressa-se.

Consegue com o marketing a preservação da imagem acima. Quem é das “antigas” sabe muito bem como é melhorar uma imagem distorcida em TV aberta fora de sintonia. Ataques não faltam. Oponentes lutam entre si e sobressai quem melhor preserva a imagem. Na disputa final, surgem apoio e torcida aos dois últimos oponentes dos que concorriam ao mesmo prêmio – a fim de repartir o pão. O jogo é antigo, deveria estar em desuso mas, a eles, é divertido e ajuda-os manter na arena mesmo com a imagem distorcida.

É uma conjunção carnal: uma só carne. Não fosse por conta de alguns vícios difíceis de desvencilhar-se de um e de outro lado. Em suma, alguém ganha o poder de representatividade e...tchan! A representatividade coletiva perde, a sectária vence. Finda a lua de mel da vitória e do sonho em dias melhores.

Não espantem-se os mais novos, é assim. Vícios e virtudes se confundem e confundem os bons intencionados. Acreditaram com esperança e cartas na mesa. Há impotência, porque a estrutura é rígida. Rigidez maior é o representante que, não constrói pontes para edificar e aproximar homens e diminuir diferenças.

No alto do jogo, não há mais certeza do que mais profundo e puro existe, existia, ou existirá ao eleger o representante. É sentido o conflito. Ele reflete os sentimentos obscuros na parcela que sobrou apoiadora, envolve o autoritarismo sanguinário; odioso; vingativo; ilusório e enganoso; excludente sobre a sombra da meritocracia. Os egos são maiores que a Nação.

Com esses sentimentos, o representante, torna-se incapaz de gerar o bem comum. Surge o partidarismo de convenção. Reparte não a glória, mas os despojos de tudo o há de ruim na história da política e economia do País e do mundo.

Após isso, o anseio esperançoso, da época das campanhas, resiste nas pessoas? Emergirá o descontentamento na representatividade? Os gritos silenciosos de um regime autoritário, serão ensurdecedores aos da esperança em um amanhã melhor que o hoje?