segunda-feira, 21 de março de 2016

UM POUCO SOBRE JOÃO 8

Foto: Pe. Rogério Zenateli
Cúpula e Crucificado da Paróquia São Joaquim
Igaraçu do Tietê-SP
Somos chamados constantemente por Deus a rompermos as barreiras que nos prendem em uma falsa liberdade.

A escravidão que o pecado causa no homem é abastecido pelo não reconhecer os erros.


Isso alimenta sofrimentos internos. Assumir um erro e não voltar a cometê-lo, transformar a vida é ser livre. Fazendo e vivendo de forma honesta e sincera.

Não prejudicar o próximo, mas, amá-lo como a si mesmo. Pois, quem ama a si mesmo não prejudica o semelhante.

Jesus salienta a libertação, uma vez que, foi para isso que Ele encarnou. Trouxe-nos a liberdade que o Pai lhe concedeu como missão.

Jesus, livremente aceita a sua condição encarnada e a assume ainda mais na Cruz a libertação do homem. Foi para tornar o homem livre e servidor da vontade do Pai.

A obediência de Jesus ao projeto de vida e liberdade à humanidade, garante a plena unidade com Deus. E Jesus é! A origem de Jesus é divina, pois, está em sintonia com o Pai. Por isso ele O conhece.

Aos judeus, eles não eram considerados por Jesus como filhos de Abraão e nem de Deus, pois, se fossem filhos de Abraão aceitariam a verdade anunciada por Jesus, e se, fossem filhos de Deus o amariam. Jesus é o enviado para anunciar-lhes a verdade e assim se tornarem livres e não escravos do pecado.

As autoridades do povo da época de Jesus não aceitaram a verdade que ele veio anunciar. Destacaram a sua vida e não a verdade que Jesus veio lhes mostrar. O diálogo de Jesus para com os judeus não é um diálogo de condenação, mas, de conversão.

Quando os judeus questionam sobre se ele era maior que o pai Abraão, estão declarando uma verdade, porém não assumem essa verdade e continuam no pecado: não aceitam Jesus e o mata.


Jesus está em sintonia com o Pai e por isso, não está disposto também a ser mais claro. Está convicto da sua missão e não se deixa desanimar. Sabe que o aceitar a ele é a verdadeira liberdade. Mas, não pode força-los a aceita-lo.

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