| Foto: Pe. Rogério Zenateli Cúpula e Crucificado da Paróquia São Joaquim Igaraçu do Tietê-SP |
Somos chamados constantemente por Deus a rompermos as
barreiras que nos prendem em uma falsa liberdade.
A escravidão que o pecado causa no homem é abastecido
pelo não reconhecer os erros.
Isso alimenta sofrimentos internos. Assumir um erro e não
voltar a cometê-lo, transformar a vida é ser livre. Fazendo e vivendo de forma
honesta e sincera.
Não prejudicar o próximo, mas, amá-lo como a si mesmo.
Pois, quem ama a si mesmo não prejudica o semelhante.
Jesus salienta a libertação, uma vez que, foi para isso
que Ele encarnou. Trouxe-nos a liberdade que o Pai lhe concedeu como missão.
Jesus, livremente aceita a sua condição encarnada e a
assume ainda mais na Cruz a libertação do homem. Foi para tornar o homem livre
e servidor da vontade do Pai.
A obediência de Jesus ao projeto de vida e liberdade à
humanidade, garante a plena unidade com Deus. E Jesus é! A origem de Jesus é
divina, pois, está em sintonia com o Pai. Por isso ele O conhece.
Aos judeus, eles não eram considerados por Jesus como
filhos de Abraão e nem de Deus, pois, se fossem filhos de Abraão aceitariam a
verdade anunciada por Jesus, e se, fossem filhos de Deus o amariam. Jesus é o
enviado para anunciar-lhes a verdade e assim se tornarem livres e não escravos
do pecado.
As autoridades do povo da época de Jesus não aceitaram a
verdade que ele veio anunciar. Destacaram a sua vida e não a verdade que Jesus
veio lhes mostrar. O diálogo de Jesus para com os judeus não é um diálogo de condenação,
mas, de conversão.
Quando os judeus questionam sobre se ele era maior que o
pai Abraão, estão declarando uma verdade, porém não assumem essa verdade e
continuam no pecado: não aceitam Jesus e o mata.
Jesus está em sintonia com o Pai e por isso, não está
disposto também a ser mais claro. Está convicto da sua missão e não se deixa
desanimar. Sabe que o aceitar a ele é a verdadeira liberdade. Mas, não pode
força-los a aceita-lo.
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