A distância
permanecia, até que um dia, a proximidade foi promovida pela descoberta da
internet. Uma coisa mágica (não tão mágica assim) que mesmo em cidades
diferentes diminui distâncias e recupera amizades mas, não mata saudades.
Foram
retomadas amizades antigas, parentes desaparecidos, todos pela distância de um
destino já marcado separado.
Encontros
foram marcados, e festas de turmas de classes estudantis foram realizadas, fez enriquecer e sustentar pizzarias, lanchonetes, clubes e cinemas. É o
progresso que faz regresso aos tempos da turma. Relembrando artimanhas e
manhas.
A descoberta da internet também contribuiu
para outras situações não tão felizes como a reaproximação de pessoas
distanciadas pela sina dos destinos maduros. Proporcionou proximidades, porém,
com intenções psicopatas disfarçada de amor infinito.
Traumas no
corte da vida, selou destino triste à quem buscava felicidade e foi iludido
pela sede do gozo daquilo que toda humanidade precisa: felicidade verdadeira e
distância da solidão. Aproximou solidão doentia e, não mais a que torturava na
angústia de um quarto.
O
fechamento em si, distancia a pessoa de si mesma e dos demais semelhantes.
Aumenta-se a solidão por traumas acompanhados agora da insegurança.
Mas, em si,
saber lidar com a solidão e com a internet é uma das chaves que podem fazer com
que a busca da felicidade não seja um perigo, mas, uma realização próxima e não
distante.

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