terça-feira, 21 de outubro de 2025

CHAMADO [Crônicas da Vida]

 [Crônicas da Vida]

CHAMADO

Ela chegou em casa, depois de um dia em procura de emprego. Adentra e percebe o vazio. O chamado por aquele bendito fruto do seu ventre foi sem eco e sem resposta. O vazio dos cômodos da casa encheu o seu ventre de temor.

Olhava, procurava em todos os lugares, chamava e não era atendida. O ventre que expulsara a 10 anos atrás um fruto, ficando vazio. Vazio, ficou a casa. E o silêncio torturou a sua mente, gritou alto o horror e o medo. Um novo parto, esvaziou o seu lar.

Dias depois, o desespero tomou conta da sua existência ao descobrir que o seu fruto não existia mais ante os seus olhos. Nunca mais a teria em seus braços; nunca mais ouviria sua voz a chamando de mãe; nunca mais compraria um conjunto para deixá-la linda para um passeio pela praça e louvor na igreja a louvar o autor da vida.

A justiça clama o autor da morte, foragido. A humanidade morta e a monstruosidade viva em seu ser. O mal o dominou e maldito se tornou. Nunca mais será, ele mesmo, como o autor da vida o havia constituído. Assumiu outra identidade, distante da semelhança da vida, assumiu o caráter da morte. Revestiu-se de traição, traindo a si mesmo e sua humanidade. Tornou-se outra coisa distante de sua origem.

Ceifou não apenas uma vida, mas, todas as vidas. Aprisionou a todos em um luto e saudades eternas. Nenhuma grade de cadeia é mais forte do que as grades da saudade. Estar privado de liberdade não é nada comparado à dor da ausência.

Ela olha o vazio e o vazio não a enxerga e nem a consola. Ela, deseja ela com ela, barulhando e preenchendo a sala de alegria. Não mais...

segunda-feira, 6 de outubro de 2025

Reflexão do Evangelho Lucas 10,25-37

(Pe. Rogério Zenateli 06/10/2025)

 Jesus é questionado sobre o que fazer para obter a eternidade com o Pai. É citado sobre o amor a Deus e ao próximo. O mandamento do amor que Jesus nos deixou é um caminho para vivermos a eternidade com o Pai.

 Mas, o mesmo que questionou sobre como obter a vida eterna, questiona sobre quem é o próximo. O próximo para Jesus é aquele que passa por situações de vulnerabilidade. É aquele e aquela que está passando por dificuldades na vida.

 Mas, a lição que Jesus quer transmitir também é que, Deus vem ao encontro do ser humano. Ele não se afasta, Deus se aproxima, toca as feridas para curá-las; cuida daqueles que estão feridos pela vida.

 Os evangelhos relatam os cuidados de Deus sobre o homem, não para exaltar milagres, mas, sim, exaltar e apresentar quem é o nosso Deus. E nos mostra que Deus é compaixão e misericórdia com as suas criaturas. Pena que na maioria das vezes damos mais atenção ao fato do milagre do que quem opera o milagre e isso nos faz encontrar com Deus para receber milagres e não para sermos próximos de Deus que, deseja que cuidemos das coisas que são Dele.

Na parábola do samaritano, está contida toda a missão de Jesus, a de Deus que vem ao encontro do ser humano para cuidar dele. E deixa em reserva a Igreja para que continue a sua missão de cuidar dos feridos que Ele deixa nela até que Ele retorne e dê a recompensa.

 Cuidemos bem do nosso próximo, sem esquecer que no próximo Deus se apresenta a nós.

sexta-feira, 12 de setembro de 2025

Reflexão do Evangelho Lucas 6,39-42

(Pe. Rogério Zenateli 12/09/2025)

A santidade é um chamado que Deus faz para todos. A santidade exprime viver a existência alicerçada na Palavra de Deus. Não é apenas dizer crer em Deus, envolve viver segundo à sua Palavra.

 Jesus, no Evangelho de hoje vem nos falar da correção fraterna como um caminho de santidade. O cerne da correção fraterna é o amor ao próximo. Para amar o próximo é necessário amar a si mesmo primeiramente.

 Desta forma, ao corrigir alguém exige primeiramente que estejamos desprendendo esforço significativos de santidade e amor-próprio. Caso contrário não seremos referência de santidade e correção a ninguém.

 O amor-próprio impõe uma vida de cuidados, de busca pessoal de santidade. Jesus não proíbe a correção fraterna, aliás a reforça, porém a forma de exercê-la é preciso esforço, pois, ao corrigir alguém não sejamos acusados dos mesmos erros e ou erros maiores.

 A correção fraterna envolve amor ao próximo, o querer bem o outro. Pois ser santo não é uma questão individual. Não podemos cair no indiferentismo, o outro é para mim também ocasião de santidade. Por que então não sermos santos coletivamente?


Foto: Batismo da Rebeca na Capela Cristo Rei em 31 de agosto de 2025 - Cachoeira da Serra (PA)

quarta-feira, 10 de setembro de 2025

Reflexão do Evangelho Lucas 6,20-26

(Pe. Rogério Zenateli 10/09/2025)

 A edificação de uma nova sociedade exige uma transformação. Essa transformação é pautada nas bem-aventuranças. Uma regra que não apenas gera transformação, mas, inclusive uma nova humanidade que propensa nos valores do Reino.

 Jesus ao ensinar as bem-aventuranças conduz os discípulos à fórmula da vida santa que, tem por objetivo a transformação do ser humano e consequentemente de uma nova sociedade cujo valor vem do alto.

As bem-aventuranças são atitudes que nos levam para o céu. Os ais proferidos, são recordações a fim de que não nos afastemos das práticas das bem-aventuranças. Esses ais demonstram a fragilidade humana ante a tentação, é o destino dos que não vivem a justiça do amor.

domingo, 7 de setembro de 2025

Realce


 Pode ser que, o que Deus faz em nossa existência, é realçar o que mais belo somos. Por que nos cerca de tantos carinhos em meio a tanto caos? Só deve ser amor por mim, por ti, por todos nós. "Vinde a mim todos vós que estais fatigados e vos darei repouso" Ele nos diz. Ah quanto amor imerecido, no entanto, é Ele quem julga sermos merecedores de suas dádivas e pinta em cada momento da existência, obras de "arte" que são reflexos da sua misericórdia por nós, basta estarmos sensíveis para perceber e reconhecer tamanho cuidado ao nos aliviar das tensões...vale muito prezar a vida, a existência. "Quem perseverar até o fim, será salvo". 

sábado, 6 de setembro de 2025

sexta-feira, 29 de agosto de 2025

Reflexão do Evangelho Marcos 6,17-29

(Pe. Rogério Zenateli 29/08/2025) – Martírio de João Batista

Os profetas como Jeremias e João Batista que a Liturgia da Palavra faz memória no dia de hoje, eram jovens quando iniciam a profecia. Igualmente jovens se despediram desse mundo.

Supostamente João Batista, foi condenado à morte com 30 anos de idade, mesma idade que, segundo os Evangelhos, Jesus inicia sua vida de anunciador do Evangelho.

O tema da Liturgia da Palavra de hoje é a fidelidade. Com fidelidade devemos manter o anúncio do Reino com espírito profético jovem. Que acredita apaixonadamente por aquilo que anuncia e vive.

A exemplo de João Batista e Jeremias que doaram a sua juventude para anunciar o Salvador. Cada um de nós com o mesmo espírito jovem, anunciemos com ardor juvenil o Cristo, Salvador.

segunda-feira, 25 de agosto de 2025

Reflexão do Evangelho Mateus 23,13-22

 


Reflexão do Evangelho Mateus 23,13-22

(Pe. Rogério Zenateli 25/08/2025)

 

Jesus escala os seus “ais” sobre os mestres da Lei e fariseus, classes de religiosos que exerciam a liderança no meio da multidão e que, sabendo do valor da Lei, agiam como hipócritas, invertendo valores e fazendo a multidão não alcançar o céu.

 

Esse texto nos faz refletir se em muitos momentos, nós lideranças não estamos sendo pesados demais com tantos regramentos e cobranças dos que estão iniciando o discipulado como por exemplo as crianças, adolescentes, jovens e até mesmos os adultos que estão chegando agora para conhecer a fé católica.

 

Todos possuem o seu tempo de conversão, nós mesmos que estamos a frente de uma comunidade a tanto tempo, não devemos nos considerar convertidos o suficiente, pois somos tentados constantemente e as vezes cedemos às tentações. Por isso, ao cristão, a fim de que não seja hipócrita, a correção fraterna é um bem necessário a toda comunidade. Estar aberto e maduros para ela é essencial para viver o mandamento do amor.

terça-feira, 29 de julho de 2025

Reflexão do Evangelho João 11,19-27

(Pe. Rogério Zenateli 29/07/2025)

 Hoje a Igreja celebra a memória de Marta, Maria e Lázaro, a


família amiga de Jesus. Essa família acolheu Jesus em sua casa em Betânia. Uma amizade sincera que inspira grandes ensinamentos nos diálogos relatados pelo Evangelista João. Além do diálogo entre Jesus e Marta atarefada, o evangelho de hoje traz, mais uma bela página inspiradora de fé em Jesus. Um diálogo intenso e revelador de Jesus.

 Jesus afirma ser a ressurreição e a vida. Mesmo que o estado natural do corpo seja alcançado pela morte, a pessoa continua viva, pois, todo aquele que crê em Jesus, mesmo que morra, viverá eternamente. Do início ao fim, esse trecho do evangelho apresenta a fé.

 Desde o “se tivesse estado aqui” passando pelo “tudo que pedires a Deus, Ele te concederá” até “eu sei que ele ressuscitará no último dia” são expressões e manifestações de fé. Marta professa a fé do início do diálogo até o fim. Mesmo vivendo uma situação triste ela, não desiste de crer.

 Muitos de nós passamos ou estamos ainda vivendo o período de luto por um ente querido. O chão nos falta, a saudade aperta e é forte, mas, a fé mesmo que balanceada, deve ser companheira neste momento, como Marta nos dá o exemplo.

Maria, fica em casa sentada. Essa atitude expressa o aprender. Maria, quer aprender daquela situação triste e negativa da perda do irmão. Procura entender e quando, ela sabe que Jesus está ali, ela vai ao encontro e manifesta também a sua fé.

 Aprender das situações difíceis que o buscar na fé o sustento para continuar a vida. Ressurreição é vida após a morte e essa é a nossa fé e promessa de Jesus a todos que nele crer.

 Seja a fé, uma entrega à esperança que não engana.

segunda-feira, 28 de julho de 2025

Reflexão do Evangelho Mateus 13,31-35

 (Pe. Rogério Zenateli 28/07/2025)

 Jesus inicia as parábolas do Reino de Deus. A parábola é uma ferramenta de ensino que Jesus utiliza para revelar fatos importantes para a vida humana. Ao final Jesus fala inclusive de coisas referentes desde a criação do mundo.

Presbitério da Matriz Santa Terezinha em Itaituba (PA)

 
O Reino de Deus já está no meio de nós como a uma semente de mostarda e ou o fermento na massa. O Reino é uma graça de Deus que a humanidade contém. Assim como a semente contém uma árvore por menor que ela seja, a árvore está na semente.

 No pão, não sentimos o sabor do fermento, mas, sem ele o pão não desenvolve.

 Não vemos a árvore na semente e nem o fermento no pão. Mas, eles estão lá fazendo parte da semente e do pão. Assim, o Reino de Deus está no meio da humanidade, por ser uma graça de Deus e não um mérito humano.

 A vocação da humanidade é manifestar o Reino visível a todos. Isso ocorre com a semente que faz brotar a árvore, onde todos, depois dela formada, se abriga; até os pássaros que não a plantaram, nela se abrigam e fazem os seus ninhos. Até quem não produz o pão dele se alimenta.

 O Reino de Deus é uma graça que Deus concede a todos. Torná-lo visível só é possível a partir da prática dos ensinamentos de Jesus. A prática do amor a Deus e ao próximo torna visível aos olhos da humanidade o Reino de Deus. Toda obra de misericórdia é manifestação visível do Reino entre nós.

 Peçamos a Deus que com o dom do seu Espírito Santo sejamos sempre inspirados a fazer obras de misericórdia, ou seja, obras de caridade, de amor uns aos outros. Assim, tornamos visível o Reino de Deus presente no mundo e a humanidade atingir a maturidade da sua vocação.

Foto: Presbitério da Matriz Santa Terezinha do Menino Jesus em Itaituba - PA 

quarta-feira, 23 de julho de 2025

Reflexão do Evangelho Mateus 13,1-9

(Pe. Rogério Zenateli 23/07/2025)

A Palavra de Deus é semeada em nosso viver. Desde crianças, somos ouvintes e praticantes da Palavra. Alguns mais ouvintes que praticantes, contudo, a Palavra tem contato conosco.

Em que dimensão eu estou pronto, aberto, preparado para acolher a Palavra que está sendo semeado em minha história desde criança? 

Eu estou sendo um terreno bem areado e adubado para que, quando a Palavra, cair na minha história, produza os frutos abundantes da graça de Deus em meu viver? 

Sabemos que às vezes nos encontramos com muitos espinhos ou repletos de pedras sufocando e ou não deixando que a semente produza toda a sua potência de frutos. Isso quando não percebemos aquilo que furta a Palavra de Deus em nós: situações e pessoas que fazem com que a Palavra nos seja retirada e ficamos um terreno vazio, sem vida aparente. 

Sejamos cuidadores de nossa vida, para que sempre que a Palavra for lançada sobre nossa história ela possa produzir frutos abundantes e que permaneçam. Cuidemos para que os espinhos, pedras e pessoas ou situações não façam com que a Palavra produza o que ela precisa produzir em nossa vida.

Foto: Missa da Consagração do Dízimo na Matriz Santo Antônio em Castelo de Sonhos

terça-feira, 22 de julho de 2025

Reflexão do Evangelho João 20,1-2.11-18

(Pe. Rogério Zenateli 22/07/2025)

Maria Madalena, a primeira a fazer a experiencia com Jesus Ressuscitado. A primeira quem viu e foi enviada a anunciar essa alegria aos Apóstolos.

Aquela que fora triste em busca do Senhor, retorna com alegria por não encontrar entre os mortos, Aquele que está vivo!

Busquemos sempre ao Senhor, principalmente quando estamos tristes, a exemplo de Maria Madalena que, na sua tristeza e incerteza, o buscou e encontrou alegria e certeza do amor de Deus por ela.

Sejamos como Maria Madalena, portadores de alegria e proclamadores da Ressurreição do Senhor. Anunciamos um Deus vivo, presente e atuante entre nós.

segunda-feira, 21 de julho de 2025

Reflexão do Evangelho Mateus 12,38-42

(Pe. Rogério Zenateli 21/07/2025)

Alguns elementos que encontramos no evangelho de hoje que são pistas de leitura desta catequese da comunidade de Mateus: A rejeição à Jesus por parte dos Mestres da Lei e fariseus; o sinal de Jonas que podemos assinalar duas formas: morte e ressurreição de Jesus e a conversão.

Jesus é rejeitado pelos mestres da Lei e pelos fariseus. Esses dois seguimentos religiosos do povo de Israel de sua época, não o aceitam como Messias, o enviado de Deus. A forma de ensinar e o comportamento de Jesus causa rompe com o tradicionalismo e o elitismo dos seguimentos religiosos do momento. A forma com que Jesus ensina a Lei e a sua prática é polêmica para eles por não ser o modelo tradicional. Jesus ensina a Lei e a sua prática na sua essência: o amor e não de forma obrigatória e autoritária.

Jesus prega a conversão aos pecadores, uma marca da pregação de Jonas e o seu estar no interior da baleia e ser expelido é pré-anúncio da ressurreição de Jesus. Esses dois sinais em um que Jesus salienta em sua defesa. O sinal de que Jesus é o Messias já é o seu discurso de conversão: “Convertei-vos e crede no Evangelho”. Mas, o sinal mais importante é da relação futura: os três dias no interior da baleia são os três dias de Jesus no sepulcro de onde sai vivo, ressuscitado! Esse é o sinal mais importante que todos iriam contemplar naquele tempo.

Ainda hoje muitos que duvidam de Jesus, pedem sinais. Querem ver algo extraordinário, sobrenatural diante dos seus olhos e não conseguem ver. Se procurassem apenas Jesus como o Salvador, ao invés de seus sinais, com certeza há muito já teriam se convencidos de que Ele é o Senhor! Vamos ao encontro de Jesus pelo que Ele é e não pelo que pode oferecer.

Foto: Cachoeira do Rio Curuá em Cachoeira da Serra.

quinta-feira, 3 de julho de 2025

Reflexão do Evangelho João 20,24-29


Reflexão do Evangelho João 20,24-29

(Pe. Rogério Zenateli 03/07/2025)

A fé de Tomé é diferenciada dos demais Apóstolos. São Gregório Magno, papa do século VI diz que Tomé toca a humanidade de Jesus em suas chagas e experimenta o divino de Jesus e professa um pilar da fé cristã referente a Jesus: Senhor e Deus. Desta forma a Igreja nasce pelas expressões de fé dos discípulos ao considerarem Jesus, Senhor e Deus.

Essa proclamação de fé de Tomé é semelhante à anterior quando eles proferem que Jesus é Deus em Cesareia de Filipe através da boca de Pedro: “Tu és o Messias, o Filho do Deus Vivo”. O contexto era diferente e mesmo Jesus, não considera um ato de fé tão grandioso como fora após a ressurreição com esse episódio de Tomé. Proferir a fé em Cristo pós ressurreição foi um divisor de águas para Tomé e para os demais discípulos.

Em muitos momentos da nossa caminhada, somos um pouco de Tomé, queremos ver para crer. E a experiência a partir da dúvida, é muito mais forte para a convicção do que simplesmente crer porque outros disseram. Você comprovou na sua própria carne o quanto Deus o ama. Quando na verdade, foi Deus quem te tocou para ter maior convicção daquilo que já vinha sendo credível. Mas, agora com mais intensidade, a ponto de não deixar mais dúvidas de que Jesus é Senhor e Deus como professou e testemunhou Tomé.

FOTO: Procissão de Corpus Christi 2025

quarta-feira, 2 de abril de 2025

Reflexão do Evangelho de João 5,17-30

(Pe. Rogério Zenateli 02/04/2025)


Jesus sente a rejeição dos fariseus e mestres da Lei ao questionarem a respeito das curas em dia de Sábado, uma vez que é o Sábado dedicado ao descanso e ofertado a Deus. Deus é amor e demonstrações de amor não têm descanso, assim ele e o Pai trabalham constantemente.

Jesus revela a sua divindade ao chamar Deus de Pai. E a incredulidade dos fariseus e mestres da Lei surge pela rejeição.

Jesus é o pleno cumprimento das promessas e da Lei de Deus. A Lei é expressão de amor e vida a quem cumpre, ouvir e crer em Jesus é viver a dimensão plena do amor inculta na Lei. Por isso, quando há um necessitado, não se deve negar ajuda por conta de uma lei. A prática do amor, é a Lei.