Nos relatos do início da vida
pública de Cristo, somos convidados à conhecer a história de um amor. O amor do
Pai pelo seu povo.
O Pai, sempre propício ao seu
povo demonstra amor, despertando esperança em tempos de crise através de homens
e mulheres chamados a serem a sua presença e voz em meio às tempestades da
história.
A humilhação que faz a escuridão
sobre o povo é dissipada pelas promessas e ações de Deus no decorrer da
história.
Culmina em Jesus, a história
desse amor, e prossegue além pelos que em Jesus creem e seguem os seus passos,
imitando a sua vida no curso da história.
É assim a saga da Igreja, dos discípulos
missionários de Jesus: dar continuidade à história do amor do Pai a todos os
homens e mulheres do mundo, à imitação de Cristo.
Para isso, nos diz um de seus
arautos no início da pregação do Evangelho, é preciso estarmos em unidade com
Cristo e uns com os outros.
O respeito mútuo e a colaboração
uns com os outros apesar das diferenças é a unidade que precisamos para que
faça valer o sangue derramado na cruz para a salvação de todos.
Assim a luz de Cristo, a sua
vida, brilha para todos os povos no mundo e dissipe a escuridão que impede os
povos de progredirem no bem e crescerem como irmãos e não como objetos, escravos
e inimigos uns dos outros. Cristão é para ser luz e não trevas!

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