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Eu acredito que se já não chegou a esse ponto, irá chegar.
De forma direta: aqueles que infectados pela Covid-19 não conseguirão resistir aos efeitos e falta de leitos e aparelhos para manter a sua vida.
De forma indireta: os afetados por outras enfermidades que necessitam dos mesmos aparelhos de UTI que os atingidos pela Covid.
Se houver casos extremos de Covid não haverá aparelhos suficientes neste combate e no combate para outras circunstância graves e que necessitam de UTI (acidentes; ataques cardíacos, e outras crônicas).
Podemos nos preocupar? Estamos seguros totalmente? Trata-se de alarmismos?
Vamos fazer a nossa parte. Experiências de outros países mais elevados que o nosso sofrem pela não ação protetiva (nem todos levaram com a total relevância).
Os que levaram e foram obedientes às normas de vigilância sanitária e programas econômicos estão em melhor situação, apesar de perderem muito em vidas e comercialmente. Porém, enfrentaram com unidade.
Somos um País de dimensões imensas, desigual em vantagens e oportunidades. Nossa população é em sua maioria composta por vulneráveis. Requer assim, cuidados maiores.
A maioria da população brasileira, apesar de haver desigualdade social entre nós, é cristã. O encontro com Jesus Cristo, nos faz conservar a nossa vida e a vida do próximo pela ótica divina: somos todos irmãos e devemos nos tratar como tais. Assim a unidade de fé nos cobra a ação dessa fé: combater a morte uns dos outros.
Fazer a nossa parte como cristão e como cidadão é uma virtude.
Desmotivar a obediência em favor de si e do próximo é ser contra a vida humana; assim sendo, é agir contra o Evangelho e teremos sangue nas mãos.
Vamos orar, pensar e ouvir o que Deus inspira em nossos corações para, juntos, gerar soluções que nos ajudem a passar dessa tristeza para a alegria.
O Senhor nos pede paz. A paz que Ele já nos deu e, que devemos viver nesse momento de crise. Vamos deixar ao chão as armas, tudo aquilo que nos divide, seguir o que nos une: Jesus, o Cristo de Deus.

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